Inscrição no auxílio emergencial 2021 será automática, feita com cadastro do ano passado.

BRASÍLIA – O governo anunciou que não haverá necessidade de realizar uma nova inscrição no auxílio emergencial de 2021. Vai… [ ]

18 de fevereiro de 2021

BRASÍLIA – O governo anunciou que não haverá necessidade de realizar uma nova inscrição no auxílio emergencial de 2021. Vai ser usado os mesmos cadastros de 2020 como parâmetro de seleção, antes de autorizar a Caixa Econômica Federal depositar a nova rodada de pagamento, que deve iniciar em março.

Ao que tudo indica, a inscrição para o novo auxílio emergencial de 2021 vai ser feita com base nos cadastros antigos do programa. O governo federal pretende filtrar a lista de inscritos pelo banco de dados do Ministério da Cidadania, tendo em vista os critérios de renda e hipossuficiência financeira. No ano passado, quem não estivesse inscrito no CadÚnico tinha que realizar o pedido pelo site da Caixa.

De acordo com apurações do Jornal Folha de S. Paulo, a retomada do benefício deverá atender cerca de 40 milhões de brasileiros (no ano passado, 68 milhões de pessoas foram contempladas com os pagamentos).

Veja quem poderá ficar de fora da nova lista de beneficiários do auxílio emergencial:

Tem vínculo empregatício em caráter ativo;

Quem recebe pensão, aposentadoria, benefício assistencial e/ou parcelas do seguro-desemprego

Inscrição no auxílio emergencial de 2021 pode ser automática

De acordo com o Jornal Folha de S. Paulo, os membros do Executivo defendem a necessidade de filtrar a lista de beneficiários de maneira automática. O objetivo é de que os novos pagamentos sejam transferidos somente para os mais pobres, no sentido de manter o controle nos custos do programa. Assim sendo, não haverá necessidade de realizar nova inscrição no auxílio emergencial de 2021.

A equipe econômica trabalha para que o gasto total do governo com o benefício, neste ano, não ultrapasse R$ 50 bilhões no ano, considerando quatro parcelas de R$ 250. No ano passado, o programa começou com R$ 600 (por três meses) e encerrou pagando R$ 300 (por quatro meses). A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, não quer repetir o valor de R$ 300.

0 Comentários

Deixe o seu comentário!

  • Mais lidas